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terça-feira, 17 de junho de 2014

Metro: Last Light


Muitos sustos e ação frenética, um dos games mais bonitos já feitos

Logo nos primeiros minutos do jogo, você vai notar que não se trata de um jogo de tiro qualquer. O nível de detalhes no cenário é mais do que impressionante, até mesmo rodando em consoles "antigos" como PS3. Apesar da história um tanto quando morna, Last Light é cativante e esta acima da média. Feito por um estúdio relativamente pequeno, Metro impressiona mesmo quem esta acostumado com jogos do gênero.

Metro: Last Light (antes chamado de Metro 2034) é um jogo de tiro em primeira pessoa com elementos de ação bem como elementos táticos estilo Stealth. Produzido pelo estúdio ucraniano 4A Games, publicado pela Deep Silver e é uma sequencia direta de Metro 2033. O enredo decorre em 2034 em Moscou, depois de um acontecimento pós-apocalíptico, combinando diversas características do gênero "survival horror" com tiro em primeira pessoa. Inicialmente, o game seria lançado no verão de 2012, mas foi adiado para 17 de Maio de 2013. Foi lançado para PC, PlayStation 3 e Xbox 360. Uma versão será lançada para PS4 e Xbox One, incluindo os dois jogos e DLCs.

Descrição oficial: "É o ano 2034. Sobre as ruínas da pós-apocalíptica cidade de Moscou, nos túneis do Metro, os sobreviventes da humanidade são cercados por ameaças mortais do lado de fora - e de dentro. Mutantes invadem as catacumbas sobre a superfície desolada, e caçam entre os céus envenenados de cima. Ao invés de se manterem unidos, as estações do Metro estão envoltas em uma luta pelo derradeiro poder, um dispositivo do Juízo Final saído dos cofres militares do D6. Uma Guerra Civil está prestes a acontecer, que pode erradicar para sempre a humanidade da face da Terra."


Inicialmente com o nome Metro 2034, o jogo é uma sequência direta de de Metro 2033, e apesar do autor Dmitry Glukhovsky estar aparentemente ligado à produção do jogo, este não tem nenhuma ligação ao livro Metro 2034. O jogo acabou por ser registrado pela THQ com o nome Metro: Last Light. Foi mostrado ao publico pela primeira vez na E3 2011, incluído até mesmo na lista de lançamentos do Wii U. No entanto, a THQ já confirmou que Metro: Last Light provavelmente não será lançado no console da Nintendo. O jogo inclui vozes de Lance Henriksen, Nolan North, Khary Payton e Patton Oswalt.

Em entrevista à NowGamer sobre a possibilidade do jogo ter uma versão para Wii U, o chefe da equipe técnica da 4A Games, Oles Shishkovtsov, disse que a Wii U tem um "CPU terrivelmente lento". O seu colega Huw Beynon reiterou, dizendo que não haverá uma versão para Wii U de Metro: Last Light, porque o estúdio "não poderia justificar o esforço necessário. Fizemos uma antevisão, pensamos que provavelmente iríamos fazê-lo, mas no que toca ao impacto que iria ter na qualidade do jogo, percebemos que não valeria a pena desta vez... Ainda há chance de mudarmos de ideia, mas não posso fazer promessas. Vendo o tamanho da equipe, e comparando como estávamos da ultima vez, apenas para produzir a versão de PlayStation 3, foi uma adição muito significante."

O vídeo de Metro: Last Light atraiu uma atenção muito significativa, com 4.5 milhões de visualizações. Desde o primeiro vídeo que foram lançados mais três, cada um seguindo a vida de uma personagem que vive dentro do Metro. Os vídeos foram lançados entre Novembro e Dezembro de 2012. A editora original do jogo, a THQ, abriu falência em Dezembro de 2012. Os direitos da série Metro (e Last Light) foram vendidos em leilão à Deep Silver a 22 de Janeiro de 2013, editor e produtor da série Dead Island. De acordo com declarações do diretor criativo ao website ucraniano itcchannel, a equipa de Metro: Last Light está trabalhando em versão do game para PlayStation 4. Também foi revelado na mesma entrevista que será lançada uma componente separada do multiplayer de Metro: Last Light.

Metro: Last Light recebeu análises positivas, com muitas delas a elogiar os gráficos e a história. As criticas dirigiram-se mais as sequências lineares e à inteligência artificial fraca. Last Light se inicia a partir do final "Ruim" de Metro 2033, e resta a Artyom se responsabilizar pelas consequências do lançamento dos misseis contras o covil das criaturas conhecidas como The Dark ones. A historia é bastante madura e bem narrada. No enredo temos uma boa dose de conflitos políticos e interesses de facções. Além claro, de uma busca dramática pela sobrevivência, após a decisão de Artyom. Mesmo depois de lançado os misseis, vários Dark ones ainda sobrevivem, e resta agora apenas descobrir se as criaturas estão querendo dizimar a raça humana ou apenas se comunicar. Para isso, Artyom usa sua capacidade estranha de conseguir conexão com eles, para obter respostas.



Artyom vive em completo dilema pelas suas decisões. Existem inúmeros momentos que os pensamentos se misturam a alucinações que deixam o jogador ainda mais intrigado quanto a trama. A mistura de conflitos entre facções e o sobrenatural trouxe um certo requinte a série. Enquanto se esta nos subterrâneos o clima é de pavor e desconfiança quanto a seus aliados. Já na superfície vivemos o medo e tensão a flor de pele,  de ter pela frente criaturas 3 vezes maiores que os humanos.
A jogabilidade é muito fluida. Os menus do game contam com alguns mini-menus para escolha entre as armas ou itens a serem utilizados. Durante as estadias em pequenos cidades subterrâneas podemos melhorar o nosso arsenal adquirindo melhorias ou novos armamentos. A melhoria e compra de armamento poderia muito bem passar despercebido durante o jogo, mas acaba sendo interessante para quem gostar de personalizar e melhorar seus equipamentos.

Last Light é um FPS com muitas partes furtivas. Durante as cerca de 10 horas de jogo há uma grande escassez de munição. Restando apenas se esconder e utilizar as funções furtivas de matar ou nocautear o inimigo pelas costas. Há também armas com silenciadores e facas para se arremessar. Outro ponto forte é o uso da luz durante o jogo, aliais, da falta dela. Podemos desligar ou destruir qualquer ponto de luminosidade no cenário assim, atraindo ou se escondendo do inimigos para simplesmente passar sem ser percebido ou ataca-los sorrateiramente. Last Light foi desenvolvido para ser bem equilibrado e alterna sempre entre bons momentos de tiroteio frenético e locais com a necessidade de ser o mais discreto possível. Esse alternância entre inimigos e método de ação são interessantes e prendem mais a atenção durante a jogatina. A Inteligência artificial do game deixa a desejar. Na maior parte do tempo os inimigos parece ser espertos, mas as vezes o jogador mata um do lado do outro, e o que esta do lado nem perceber.

Comentário: Sem dúvida o melhor de Metro: Last Light são seus gráficos impecáveis. Os cenários são extremamente detalhados, complexos e de muito bom gosto. As versões de Xbox 360 e PS3 são tão impressionantes quanto a versão de PC (que é relativamente melhor em questão de gráficos). Além de gráficos lindíssimos, cenários de cair o queixo e designe de muito bom gosto, a jogabilidade cumpre seu papel perfeitamente. Controlar o personagem é algo bastante fluído e intuitivo, sendo no mouse ou no controle. Os efeitos das armas são top de linha, tudo no game é muito bem feito e funciona muito bem, exceto a inteligência artificial dos inimigos que deixa a desejar. O enredo não é dos mais brilhantes, mas é o bastante para prender o jogador e manter o ritmo do jogo. Além dos tiroteios, há muitas partes voltadas ao Survival Horror, e são nessas partes que o jogo se destaca ainda mais. Mesmo para quem esta acostumado com jogos do tipo, Metro certamente se destaca entre os concorrentes e merece mais atenção dos jogadores que ainda não o conhecem.


Pontos positivos: Gráficos de ponta, cenários e personagens extremamente bem feitos. Variedade de modos de combate e inimigos. Bons sustos e batalhas incríveis. 

Pontos Negativos: Inteligência artificial dos inimigos deixa muito a desejar.

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Ficha Técnica:
   Desenvolvedora: 4A Games
    Publicado por: Deep Silver
    Motor Gráfico: 4A Engine
    Plataforma: PS3, PS4, Xbox 360, Xbox One, PC
    Data de Lançamento: 17 de Maio de 2013
    Gênero: Tiro em primeira pessoa com elementos de Survival Horror
    Modos de jogo: Um jogador, multiplayer 
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Trailer:

Site Oficial: enterthemetro.com/

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segunda-feira, 12 de maio de 2014

ESPECIAL - Bioshock Infinite


Enredo mirabolante combinado a um FPS épico

Sem dúvida, o melhor de Bioshock Infinite é seu enredo incrível, critativo, cheio de personagens carismáticos e de ficção científica das boas. Tudo isso sem perder o charme que a série Bioshock tem. E ainda combinado a um game de tiro recheado de ação frenética. Mas, muitos jogadores se perderem no meio da complexidade do enredo e não entenderam boa parte dos eventos (principalmente o final). Não tema! com TGD não há problema! vamos ajuda-lo a compreender melhor várias partes da trama (bem, vamos tentar). E vamos lá! Bioshock Infinite  é um jogo de vídeo game do generô tiro em primeira pessoa, desenvolvido pela Irrational Games e publicado pela 2K Games. Anteriormente conhecido como "Projeto Icarus" quando em fase de desenvolvimento. Foi lançado mundialmente para PC , PlayStation 3 e Xbox 360 em 26 de março de 2013. Infinite é o terceiro game da série BioShock, e embora não seja imediatamente parte da história dos jogos anteriores ele apresenta conceitos de design e jogabilidade semelhante muito semelhantes aos games que o antecederam. O Conceito e definição do jogo foram desenvolvidos pelo diretor criativo da Irrational Games, Ken Levine, que inspirou-se em acontecimentos históricos na virada do século 20, como o movimento Occupy.

Situado em 1912, durante o crescimento do excepcionalismo americano, o jogo tem como protagonista o agente Booker DeWitt, enviado para a cidade flutuante de Columbia com a missão de encontrar uma jovem garota chamada Elizabeth, que foi mantida em cativeiro na maior parte de sua vida. Embora Booker tenha resgatado Elizabeth no decorrer do jogo, os dois se envolvem em um confronto de facções na cidade, são eles: os Nativistas, a Elite dos Fundadores que se esforçam para manter a cidade para americanos puros. O Vox Populli, rebeldes representando as pessoas comuns lutando pela igualdade. Durante este conflito, Booker descobre que Elizabeth possui estranhos poderes, ela pode manipular fendas no espaço-tempo presentes na cidade de Columbia, ele também descobre que ela é a peça central para os segredos da cidade.

Elizabeth
O jogador controla Booker durante todo o jogo, Elizabeth o segue controlada pela inteligência artificial. Como nos jogos anteriores da série BioShock, o jogador deve usar de diversas armas de fogo, além de uma espécie de gancho e de poderes sobrenaturais concedidos através de Vigores (que funcionam como os Plasmids). Os Poderes de Elizabeth também podem ser usados para ajudar a combater as forças hostis. Em contraste com os espaços limitados da cidade subaquática de Rapture dos outros Bioshock, a cidade de Columbia esta ao ar livre e entrega mais desafios de combate, incluindo lutas que acontecem a bordo do Sky-Line, uma espécie de trilho de trem suspenso no ar. Há um conteúdo para download (DLC) chamado Burial at Sea, que acrescenta trechos a história e desafios extras. BioShock Infinite ganhou mais de 85 prêmios em seu pré-lançamento na exibição ocorrida na E3 2011, incluindo o Best of Show do Critics Game Awards. Após o lançamento, o jogo foi aclamado pelos críticos, que particularmente elogiaram sua história, cenário e estética visual. Seus temas envolvendo crenças políticas e religiosas, bem como o uso de imagens excessivamente violentas geraram muita controvérsia. BioShock Infinite vendeu mais de 3,7 milhões de cópias no varejo nos primeiros dois meses de seu lançamento, e desde então vendeu mais de 4 milhões de cópias em geral.

Booker
Sobre o Enredo: BioShock Infinite se passa durante 1912, localizado em Columbia, uma cidade fictícia estilo Steampunk suspensa no ar por meio de uma tecnologia chamada de "levitação quântica", dirigíveis gigantes e balões. Columbia é uma cidade utópica cheia de vida, cor e alegria… ou pelo menos assim parece. Tudo tem o seu porem, e enquanto se passa pelos belos cenários, há vários NPCs contentes ou interessantes ao longo da jornada, também descobrimos ao longo do caminho um lado sombrio desta cidade que recria a “era excepcional” dos Estados Unidos da América. Temas maduros como a descriminação racial, sexismo e religião estão expostos no jogo de uma maneira bastante frontal e de forma convincente, que tanto pode chocar como impressionar. Durante os acontecimentos do jogo, as tensões raciais aumentaram até o ponto onde Columbia está à beira de uma guerra civil, travada entre os governantes "Fundadores" e o insurgente "Vox Populi", duas facções com ideologias opostas. Os Fundadores são a facção política que prevalece na cidade, eles são racistas ultranacionalistas que mantiveram o poder e controle sobre Columbia, e procuram manter Columbia puramente para cidadões brancos americanos, negando a estrangeiros seus diveros privilégios.

Os Vigores de Bioshock Infinite
O Vox Populi (latim para "voz do povo") são um grupo de resistência oposta aos ultra-nacionalistas. Formou-se a partir de vários grupos com ideologias semelhantes, eles lutam para tomar o controle e restaurar os direitos de cidadania colombiana para as pessoas de todas as raças e religiões. No entanto, anos de lutas amargas têm impulsionado o Vox Populi em direção a oposição com um tremendo ódio cego, resultando em métodos mais violentos e brutais. Além da disputa interna, Columbia é devastada por "Tears" (fendas) no tecido do espaço-tempo. Sendo elas o resultado de experimentos científicos do passado, essas fendas se revelam passagens para universos alternativos, e também permitem a interação com eles. Enquanto a maioria dos cidadãos colombianos consideram estas fendas como meras curiosidades, algumas pessoas têm explorado a visão oferecida por elas para criar radicalmente novas armas e tecnologias, enquanto outros copiaram músicas futuristas, baseando-se em canções ouvidas a partir das fendas, trazendo elementos anacrônicos para o ano de 1912.
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Personagens importantes:
Booker DeWitt

Booker DeWitt (Troy Baker) é o protagonista controlado pelo jogador. Ele é um desonrado ex-agente da Agência Nacional de Detetives Pinkerton. Como um soldado no 7º Regimento de Cavalaria, ele havia realizado atos brutais contra os índios nativos americanos na batalha de Wounded Knee para defender sua própria honra. Esses atos o deixaram traumatizado, levando a bebida excessiva e jogos de azar. Foi-lhe dada a oportunidade de ser batizado e assim recomeçar uma nova vida, mas ele negou firmemente, pois não acreditava no batismo como forma de redenção. Ele foi posteriormente demitido devido seu comportamento que ultrapassava os limites aceitáveis ​​na Agência. Ele continua a trabalhar como investigador particular em Nova York, referindo-se a si mesmo como um " trabalhador independente ". Externamente, ele pouco se importa com o extraordinário e sobrenatural, desde que não interfira com a sua capacidade de fazer o seu trabalho. Internamente, ele é perturbado tanto por seu papel nos eventos em Wounded Knee, quando por  visões de uma Nova York sendo destruída,  atacada do ar. Booker é cético em relação a fé, ele não aceita a ideia de que pode ser absolvido de seus pecados ao abraçar a religião, pois ele considera seus pecados tão extremos, que exigem uma  uma penitência ao invés de perdão.

Elizabeth
 
Elizabeth (Courtnee Draper) é uma jovem que foi mantida em cativeiro em Columbia desde criança. Ela se mostra inteligente, por ter passado a maior parte de sua vida lendo e estudando uma ampla variedade de assuntos como geografia, medicina e física, enquanto a aquisição de habilidades mais práticas na forma de criptografia e lock-picking (abrir fechaduras). Ela também tem a capacidade de perceber e interagir com as fendas dimensionais em Columbia. Ela usa um dedal no lugar da ponta de seu dedo mindinho, que foi cortado, mas ela não se lembra de como isso aconteceu. Uma enorme criatura alada chamada "Song Bird" é responsável pelo confinamento de Elizabeth dentro de Columbia, Song bird é tanto seu amigo como protetor de Elizabeth. Ele se assemelha a um Big Daddy dos outros Bioshock.

Zachary Hale Comstock
 
"Pai" Zachary Hale Comstock (Kiff VandenHeuvel) serve como o principal antagonista da história. No decorrer do game, descobre-se que ele é uma versão alternativa de Booker DeWitt, que surgiu em uma realidade onde Booker aceitou o batismo depois da batalha de Wounded Knee, encontrou a fé na religião, e rebatizou-se como Comstock. Alegando ter recebido uma visão de futuro a partir de um arcanjo, Comstock se tornou um fanático religioso que fundou Columbia e é  reverenciado como "O Profeta". Comstock criou uma religião em que Ken Levine (diretor criativo da Irrational Games) descreve como um híbrido do cristianismo e da adoração dos fundadores como figuras religiosas. Sob sua liderança, Columbia tornou-se um terreno fértil para atitudes racistas e sexistas, com grupos minoritários sujeitos a apreensão de bens, cárcere privado e trabalho penal, tortura e execução sumária.  Comstock afirma que Elizabeth é sua filha, nasceu milagrosamente de sua falecida esposa , Lady Comstock, depois de apenas sete dias no útero , e que ela é "O Cordeiro" que levará Columbia ao futuro. Mais tarde se descobre que ele havia se tornado estéril a partir da tecnologia utilizada pelos gêmeos Lutece, e a tomar Anna DeWitt, filha de Booker, a partir de uma outra realidade para se tornar Elizabeth e seu herdeiro genético de Columbia. Em seguida, ele matou a mulher e tentou matar os gêmeos Lutece para esconder essa conspiração.
__________________________________________________________________________________ Entenda melhor o enredo, contem SPOILER!

Em uma das realidades, Booker DeWitt, tendo ciência de seus erros e não conseguindo conviver com os mesmos, ele decide buscar ajuda espiritual para aliviar seu fardo. Durante seu batismo ele se transforma completamente em um novo homem com outro nome, Comstock, decidido a criar uma nova história, deixando suas dores ali no rio onde havia sido batizado. Parte de sua culpa ainda restou, mas esse novo homem decidiu racionalizar seu pensar através de uma religiosidade distorcida: índios, negros e orientais não mereciam a graça divina, são seres espiritualmente mais baixos que não devem receber o mesmo tratamento que é dado aos brancos. Esse foi o conceito que ele criou em sua cabeça para mascarar o remorso pelo que havia feito e o estopim para seu desejo de criar uma cidade renovada onde tudo estaria de acordo com essa visão.

Os "irmãos" Lutece
Com a ajuda de uma mulher renomada no campo da Física Quântica, Rosalind Lutece, ele conseguiu criar tal projeto nos céus, cenário mais que adequado para os justos aos seus olhos. Entretanto, nada é perfeito. Ele precisava de mão de obra pesada para tocar tudo que estava sendo construído, se vendo obrigado a permitir a migração de pessoas de outras raças para Columbia com a promessa de trabalho. Entretanto, ao se depararem com condições de vida cada vez piores, e cada vez menos trabalho quando as coisas foram se completando, algumas dessas pessoas se rebelaram contra o sistema. Para manter as coisas nos eixos e gerar certo domínio sobre seu povo com um status de profeta, mantendo assim sua credibilidade contra os rebeldes, Comstock usou uma máquina criada por Rosalind que permitia ter visões do que parecia ser o passado e o futuro. Isso deu certo por um tempo e Comstock atingiu o patamar que pretendia atingir se passando por um profeta. A máquina continuou a ser usada para diversos propósitos. Finkerton, por exemplo, consegue muitos de seus empreendimentos observando uma bióloga em outra realidade. Mas Comstock, em particular, ficou obcecado pela máquina, usando-a constantemente.


Ao olhar para o que achava ser seu futuro, viu uma suposta filha dele destruindo a Sodoma que considerava ser o mundo abaixo (visão que Booker de uma Nova York Destruída). Tentou, portanto, gerar uma criança com sua esposa para concretizar aquela visão. Isso não foi possível, pois a máquina o havia deixado estéril. Recorreu à Rosalind, portanto, para resolver seu problema e lhe arrumar uma criança que fosse dele. Rosalind continuou a estudar a máquina e sabia que ela não era algo tão simples assim. Não era uma simples questão de tempo, mas de versões do tempo, algo que ela provou ao encontrar e trazer para seu mundo uma versão masculina dela mesma, chamada Robert, fazendo-o passar por seu irmão. Entendendo que se tratavam de realidades alternativas e não apenas de espaço-tempo, Rosalind e Robert olharam através das realidades. Conseguiram encontrar uma onde Comstock continuava a ser Booker, por não ter aceitado o batismo,  e se afundava em bebidas e jogo para apagar a sua culpa. Nessa realidade ele tinha uma filha chamada Anna, a qual de certa forma, ainda era do mesmo sangue que Comstock. Usaram a máquina para ir até a outra realidade e comprar a menina de Booker, prometendo liquidar suas dívidas.

A filha que ele trouxe demonstra grande instabilidade, pelo fato de ter deixado parte dela em outra realidade (seu dedo mindinho), algo que possibilita a ela o mesmo poder da máquina de Rosalind. Comstock decide conter esse poder, e simplesmente aguardar, sabendo que o que ele havia visto se tornaria verdade um dia.
Mesmo assim ele continua a usar a máquina, observando o Booker decadente que ele deixou para trás sem sua filha. Ele sabe de detalhes desse Booker, inclusive da marca que fez em sua própria mão “AD”, em penitência pela perda de sua filha Anna DeWitt. Ao longo dos anos, percebendo exatamente o que havia feito e como havia mudado drasticamente uma realidade (assim como quando ele tinha ido para Columbia), Robert Lutece decidiu apagar seu erro, ajudando Booker a reaver sua filha. Isso foi descoberto por Comstock, que decidiu matar os dois irmãos usando a máquina, sabotando-a e fazendo parecer um acidente.

Entretanto, isso não os matou, acabando por desencadear um desequilíbrio através de infinitas realidades, tornando os Lutece seres atemporais que conseguem se mover a bel prazer através das realidades. Usando isso a ser favor, eles trouxeram o mesmo Booker do qual roubaram a filha para arrumar o erro dos irmãos. Com medo que os Lutece pudessem alcançar seu objetivo e trazer Booker para o mundo dele, Comstock cria uma imagem da existência de um falso profeta na mente dos cidadãos de Columbia, tendo em mente o Booker que ele havia visto usando a máquina. Os eventos do jogo acontecem. A Elizabeth da realidade onde ela destrói o mundo, mais esclarecida e estudada, entende todo esse contexto e explica tudo para a Elizabeth do “presente” na carta que ela dá a Booker no fim do jogo. Entendendo que, ao matar Booker no momento em que ele aceitaria o batismo, ela teria a chance de acabar com todas as realidades onde ele vira Comstock. Deixando ao menos uma onde Booker e Anna fiquem felizes e juntos, ela escolhe afoga-lo, sacrificando-se junto com ele.

Comentário: Mesmo com legendas em português, e mesmo de depois de ler a respeito, Bioshock Infinite pode ser um game difícil de compreender. Muito do que acontece no enredo, é dado de tal forma a fazer o jogador tirar suas próprias conclusões e formular suas próprias teorias. Esse é o charme de  Bioshock Infinite, além de ser um ótimo FPS. Deixando a história de lado e falando agora sobre o game como FPS, Bioshock tem todas as características dos seus antecessores melhoradas, os gráficos são muito bonitos mas a versão de PS3 sofre com algumas texturas em baixa resolução e serrilhados (nada que atrapalhe muito). Os vigores são como os Plasmids, e são bastante diversificados e úteis nos combates. A variedade de armas é boa, mesmo se limitando aos tipos tradicionais deste tipo de jogo (pistola, shotgun, metralhadora e lança-foguetes entre outras). Um dos grandes diferenciais é o Sky-line, que deixa o combate emocionante e frenético. A variedade de inimigos é boa, e oferecem um desafio bastante adequado, sem exageros. Esta longe de ser o melhor jogo do Gênero, mas com certeza é o melhor game da série, indispensável para os fãs.

Pontos Positivos: Gráficos, design e ambientação exelentes. Variedade nos combates, uso de poderes e combinações de táticas. Enredo primoroso, um dos melhores já feitos para um game. Desafio intenso e emocionante. Personagens carismáticos e reviravoltas surpreendentes. Elizabeth se vira muito bem e ajuda constantemente, é incrível como ela é sagaz e não atrapalha em praticamente nada durante o jogo todo. Ótima trilha sonora.

Pontos Negativos: Algumas texturas feias na versão para PS3. O jogo é bastante linear, não há como explorar a cidade de forma livre. Não há modo multiplayer, o que de certo modo, não é exatamente um ponto negativo já que o foco do game ficou na bela história. O game é bastante violento apesar do designe levemente caricato.

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Ficha Técnica:
   Desenvolvedora: Irrational GAmes
    Publicado por: 2K Games
    Designer e Escritor:
Ken Levine
    Compositor: Garry Schyman
    Motor Gráfico: Unreal Engine 3 (modificado)
    Plataforma: PlayStation 3, Xbox 360 e PC
    Data de Lançamento: 25 de março de 2013
    Gênero: Tiro em primeira pessoa
    Modos de jogo: Um jogador
    Midías: Disco óptico, distribui
çao digital
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Confira o Trailer:



Fontes: http://www.gamesfoda.net , https://pt.wikipedia.org E realidades alternativas.

Site Oficial: www.bioshockinfinite.com

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segunda-feira, 14 de outubro de 2013

Killzone 3


Um dos melhores jogos de tiro em primeira pessoa do PlayStation 3

Killzone 3 é um jogo eletrônico de tiro em primeira pessoa exclusivo para PlayStation 3, desenvolvido pela Guerrilla Games e publicado pela Sony Computer Entertainment. É o quarto jogo da série Killzone, e o primeiro jogo da série a ser apresentado em 3D, é o primeiro jogo da Sony a apresentar dublagem em Português, sendo o primeiro a incluir controles de movimento usando o PlayStation Move.

Enredo: O jogo começa imediatamente após o término do Killzone 2 e segue com o  principal protagonista dos jogos anteriores, Tomas Sevechenko (vulgo Sev), um militar das Forças Especiais da Aliança Estratégica Interplanetária (ISA) contra o Império Helghast.

A morte de seu ditador Scolar Visari deixou o Império Helghast em um estado de luta interna. Agora, Sev e seu companheiro Rico estão presos no fogo cruzado entre as várias facções políticas, sem reforços e são deixados a lutar sozinhos para escapar junto a ISA, que luta para reagrupar suas forças e parar a invasão Helghast a Terra. O jogo também dá aos jogadores uma visão mais profunda na cultura Helghan.

A jogabilidade se assemelha muito a de Killzone 2, embora com vários ajustes e mudanças. Assim como no primeiro Killzone, o jogo se passa em vários ambientes, como paisagens árticas, uma selva letal alienígena, grandes centros urbanos em ruínas, bem como batalhas espaciais, diferente de Killzone 2, que era focado nos combates nas cidades. Outra nova característica notável é a capacidade de usar jet packs no jogo, que também foram utilizados em Killzone: Liberation.

O jogo também apresenta um sistema de combate corpo a corpo bastante brutal, bem como a capacidade de encadear vários ataques em um combo. Há também uma nova arma chamada WASP, que lança vários misseis de uma vez podendo atingir vários inimigos. 
Faca na Caveira!
O Diretor da Guerrilla, Herman Hulst, afirmou Killzone 3 usa quase 100% do poder do PlayStation 3. Os rumores sobre a intervenção da Naughty Dog no desenvolvimento foram negados pela Guerrilla. O primeiro teaser do jogo foi mostrado em 3 de junho de 2010 e apresenta o novo e brutal sistema de combate corpo a corpo. O modo 3D de Killzone 3 é opcional e requer uma TV 3D.


Comentário: Jogar games de tiro em primeira pessoa em um controle pode ser uma tarefa ingrata para quem esta acostumado a velha dupla mouse/teclado, mas isso não acontece em Killzone 3. O controle é incrivelmente preciso, gostoso de jogar e responde muito bem. A primeira coisa que encanta são os gráficos, são extremamente detalhados. Você passa rápido pelos ambientes, mas a vontade de parar e admirar os detalhes é constante. Mesmo que tudo seja muito cinza e escuro, ainda sim é lindo de se ver. Destaque para as ruínas das cidades Helghan.

Em Killzone 2 os ambientes eram puramente urbanos, já em Killzone 3 temos uma variedade melhor de lugares onde ocorrem os combates. Como a bonita e letal floresta alienígena ou os enormes desertos áridos. Bem como as batalhas no espaço. O combate mais marcante é contra a fortaleza móvel dos Helghast, você olha para cima e vislumbra aquela gigantesca maquina de guerra assustadora e imponente, o som do canhão principal é ensurdecedor e também amedrontador, é incrível! O enredo é bom, mas esta longe de ser o mais memorável. A dublagem em português funciona muito bem, apesar dos muitos palavrões. O jogo se desenvolve de forma bastante fluída. E gostoso jogar o modo Single Player, que é bastante singular e sem muitos caminhos alternativos, não é longo demais nem curto demais, e é desafiante sem ser maçante.

No geral é um jogo muito bom, vale a pena ser comprado e jogado. Não é um jogo indispensável, mas para os amantes de FPS é um jogo competente e envolvente.

Pontos Positivos: Os gráficos são maravilhosos. Jogabilidade que funciona muito bem, basta se acostumar e você estará jogando como se fosse mouse e teclado. O modo multiplayer é muito bom e interessante. Boa variação de cenários e inimigos. Inteligência artificial dos inimigos bastante desafiadora.

Pontos Negativos: A dublagem é boa e ajuda a entender as situações, mas poderia ser melhor. O enredo apesar de promissor, é bastante morno e sem grandes inimigos marcantes.

Modos de jogo: Single Player e Multi Player.

Lançamento: 24 de fevereiro de 2011 no Japão, 25 de Fevereiro de 2011 nos EUA e Austrália. Exclusivo para PlayStation 3.

Confira o Trailer:
Site oficial: www.killzone.com

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quinta-feira, 5 de setembro de 2013

Killing Floor: O legado de Dr. Kevin Clamely


História: Uma companhia de Biotecnologia chamada Horzine, na cidade de Londres, foi acusada por diversas pessoas de produzir experimentos um tanto quanto estranhos. Relatos mostram que diversos manifestantes foram até a empresa para protestar de forma violenta, quebrando a porta principal da empresa. Minutos depois a tropa de choque foi chamada para conter os manifestantes, e ao chegar na companhia, os policiais notaram que não havia ninguém no local, e que no lugar da porta um buraco havia sido feito e ferros retorcidos fechavam a passagem para a entrada de qualquer pessoa. O que nos leva a crer que essas pessoas foram trancadas dentro da empresa para fins, digamos, científicos e experimentais. 

Dr Kevin Clamely/CEO Horzine
Os policiais ainda confusos ficaram esperando alguma reação, quando então, surge de maneira inesperada uma criatura diferente, meio atordoado e que vai em direção a um dos policiais mais próximos. Ele então, cai e imediatamente é devorado pela criatura. Não levou muito tempo até que os policiais se dessem conta do ocorrido e rapidamente iniciassem o combate. 


Big Boss
O principal idealizador das experiências é o Dr. Kevin Clamely, ou o Patriarch, CEO da empresa Horzine-Biotech, acredita-se que ele tenha realizado diversas experiências macabras ao tentar fazer um soldado com capacidades especiais. Em seus experimentos uma série de criaturas bizarras com modificações em seus corpos começaram a aparecer, e um descontrole foi tomando conta de Kevin e sua obsessão. Após algumas denúncias feitas pela própria equipe, ele resolveu guardar seus projetos em solo secreto, continuando assim com os experimentos. Muitos cientistas acabaram saindo da companhia por conta da obsessão de Clemely, e também pelos rumos perigosos que a situação estava prestes a tornar. Por conta disso o Dr. Kevin resolveu testar em si mesmo os melhores equipamentos que havia construído com a ajuda de alguns cientistas restantes. Após a sua saída da câmara de testes, ele teve certeza que era invencível, seus dispositivos funcionavam perfeitamente. Enquanto isso as tropas estavam invadindo o prédio da Horzine em busca de respostas para todo aquele caos que havia acontecido. O dr. Kevin agora chamado de Patriarch decide agir após ver que suas criaturas estavam sendo mortas pelos soldados, e então resolve testar suas habilidades. Nesse momento inicia-se a ação dentro do jogo, e já adianto que não é nada fácil acertar essas "coisas" principalmente porque são fortes  e com diversas habilidades. 




Comentário: É um jogo para quem quer se divertir com os amigos, e que gosta de montar estratégias de combate, alcançar níveis de dificuldade, e conseguir os chamados achivementsKilling Floor é um FPS que consegue te prender 10 ondas até o Big Boss (Patriarch). No jogo é possível conseguir armas variadas, além de personagens novos. Existem alguns eventos como Santa's Evil Lair, que traz as criaturas com características de personagens do natal, isso consegue deixar o jogo mais animado, como por exemplo matar o papai noel, as renas e aqueles malditos biscoitos de natal. Vale lembrar que existem 9 tipos de criaturas com habilidades especiais no jogo, além do Boss.


Os mapas acabam revelando um pouco da história por trás do KF, são cheios de rastros macabros de acontecidos anteriores. É possível identificar algumas coisas relevantes ao enredo mas isso não é muito levado em conta por alguns jogadores, afinal Killing Floor não é um jogo que te prende pela história, mais sim pela diversão em grupo.

Os gráficos não são os melhores, mas nesse caso não atrapalha em nada a qualidade da jogabilidade. O jogador iniciante pode se atrapalhar um pouco no começo e se devorado rapidamente, pois o jogo é meio travadão no início para quem não é acostumado a jogar fps, e se você já jogou Left4Dead pode morrer com facilidade caso o inimigo se aproxime e te agarre. Em Killing Floor 1, não é possível empurrar os monstros, então a melhor coisa é mandar bala neles e não deixá-los se aproximar, Se você morrer na primeira onda de monstros, voltará assim que a segunda onda aparecer. Outra coisa legal desse jogo é poder jogar com pessoas de vários países, conhecer táticas de jogo, e ainda poder ser o capitão, mostrando que é bom de estratégia. Se você quer ser um bom soldado é preciso ser ágil,escolher um bom lugar para ficar e buscar o máximo de munição que puder, além, é claro, de conhecer bem os mapas do jogo.

Os monstros te deixam de cabelo em pé, possuem uma aparência horrível e são modificadas para pior em alguns eventos. Mas com uma arma na mão você deve mostrar que não está para brincadeira, desça a munição de shotgum na cabeça, e não esqueça de conferir, caso contrário poderá se surpreender com a agilidade de reagrupamentos deles para um novo ataque. 


Pontos positivos: Diversidade de armas e personagens, modo multiplayer com até 6 jogadores além de classes de jogadores bem diferentes. Mapas diversificados  e cheios de suspense, além de eventos especiais. Algo que merece destaque nesse jogo é a galeria de sons e músicas, vão desde um rock pesado até eletrônicos macabros, que te fazem ter muito medo quando as ondas de monstros começam a vir. 

Pontos negativos: Comunicação ruim dentro do jogo. A evolução do personagem é desgastante até o leve mais alto, o modo single player é muito sem graça. Alguns mapas extras demoram muito para serem carregados. E não existe forma de banir jogadores chatos, ou seja vai ter que aguentá-los até o fim das ondas.

Produção do jogo: Killing floor teve início através de um mod feito para a Epic Unreal Tournament 2004, foi lançando pela primeira vez em 2005 e foi sendo desenvolvido por um grupo de pessoas lideradas por Alex Quick. Em 2008 a Tripwire comprou os direitos de KF e agora a equipe de Alex, Myles, Marco e Zynthetic tiveram a grande oportunidade de ver seu jogo decolar no Steam.

Para saber mais vá em Bônus Track na página e conheça mais sobre o jogo.

Nota Final : 8,0

Saca só:
Se você gostou do jogo e deu vontade de jogar, uma dica valiosa é esperar as promoções do Steam, Killing Floor 1 pode ser comprado por um preço muito bacana, lembrando que Killing Floor 2 (2016) também está disponível na Steam.