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quarta-feira, 24 de dezembro de 2014

Driveclub, Opinião de quem jogou


Driveclub é um jogo injustiçado. Depois de tantos problemas com o lançamento, o jogo acabou sendo subestimado pela maioria dos gamers, o que é uma pena pois o jogo é muito competente e tem muitos pontos positivos. Anunciado em 2013, o jogo foi apresentando como sendo um game exclusivo que seria lançado junto ao PS4, com direito a uma versão (com menos conteúdo) grátis para assinantes da PlayStation Plus. Mas, o jogo foi adiado em mais de um ano e seu lançamento em Outubro de 2014 foi ainda mais problemático.

O adiantamento não foi o maior problema, mas sim a incapacidade de jogar online logo no lançamento. O jogo tem como premissa a criação de clubes e competições online, mas no primeiro dia praticamente ninguém consegui jogar online ou mesmo se conectar com os servidores para criar desafios. Foi muito frustrante para quem esperou tanto, e isso acabou tirando o brilho do jogo. Ainda sim, o jogo foi muito elogiado na parte técnica. Graficamente falando o game é uma obra de arte, não existe nenhum outro jogo que retrate carros com tanta fidelidade como em Driveclub. No modo de fotografia é possível avistar detalhes minuciosos, algo incrível para quem é apaixonado por carros. As pistas são lindas e os cenários super detalhados.

Muitas comparações foram feitas entre Driveclub e Forza Horizon 2. O que não faz sentido, apesar de ambos os jogos serem de corrida, a proposta dos dois jogos é bem diferente. Forza Horizon é um jogo de mundo aberto, com exploração e corridas dinâmicas, Driveclub é um jogo de circuitos fechados, onde o maior foco é a corrida em si. Isso não quer dizer que Driveclub seja ruim ou inferior, são jogos diferentes com objetivos e diferentes. A jogabilidade também foi critica, mas em minha opinião ela é ótima. Os carros respondem muito bem e da pra sentir o peso deles, a jogabilidade não é nem muito arcade nem muito simulação, ela esta bem no meio dos dois em um perfeito equilíbrio. Bastam alguns minutos para se habituar, a sensação de velocidade é excelente.

Outra crítica negativa foi contra a trilha sonora, que por algum motivo vem "desligada" no jogo, e é preciso habilita-la no menu de som. As músicas são muito boas, porem o estilo predominante é o dubstep/techno o que é uma pena. Apesar de dar um bom ritmo a corrida, a trilha sonora poderia ser bem mais variada, com algumas música de Rock e Metal por exemplo. Isso não estraga o jogo, mas são detalhes, e são esses detalhes que acabam ofuscando as qualidades de Driveclub. A falta de conteúdo foi algo muito criticado também, mas não entendo o porque já que o que oferece uma variedade bem razoável de desafios. Agora, após meses do seu lançamento, a maioria dos problemas foram corrigidos e várias atualizações legais foram disponíveis de graça. A mais interessante delas é o clima dinâmico. O efeito da chuva é o melhor que eu já vi, realmente um colírio para os olhos! Novos carros e novos desafios estão sendo liberados para download gradativamente, o que é ótimo para manter o jogo sempre atualizado.

Em minha opinião, o maior ponto negativo ficou na parte de personalização dos carros, na verdade a personalização é um piada de tão limitada. Fora os 4 grafismos, há apenas a pintura original e o grafismo do club, e só! Um absurdo para um jogo de 2014. Não estou pedindo um tuning completo, mas seria ótimo poder personalizar de verdade alguma coisa nos carros. Outro detalhe que faz falta é um modo Replay. Apesar de todos os problemas, Driveclub tem muitas qualidades consideráveis e é um jogo muito divertido. Pra quem gosta de carros e velocidade, é uma ótima pedida. Mas se você gosta é de fugir da policia ao estilo Need for Speed, ou explorar cenários a bordo de um veiculo como em The Crew, então pense melhor. Eu resolvi dar uma chance a Driveclub primeiramente pelos gráficos de altíssima qualidade, e não me arrependo, o jogo tem muito a oferecer e com mais algumas atualizações a experiência vai ficar ainda melhor. Uma pena ter ocorrido tantos problemas, e visível o esforço dos desenvolvedores para entregar o melhor jogo possível, eles deram duro para criar esse game, merecem respeito. Dê uma chance a Driveclub!

Confira um gameplay feito por mim:


Site: br.playstation.com/ps4/games/drive-club-ps4.html

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terça-feira, 18 de novembro de 2014

Qual console comprar?


Já faz mais de um ano que a nova geração começou, tempo suficiente para conhecermos os novos aparelhos, seus jogos exclusivos e entendermos as propostas de cada empresa. Mas mesmo depois de todo esse tempo, ainda é difícil decidir qual console concede maior benefício, pois todos são ótimos e possuem games de altíssima qualidade. Esta postagem tem como objetivo ajudar você que é gamer como nós, a decidir qual o melhor caminha a tomar. O foco desta postagem será os principais consoles de Vídeo Game da atualidade, PlayStation 4, Xbox One e Wii U. Então, por enquanto deixaremos de lados aparelhos menos conhecidos como OUYA e consoles portáteis, e também não falaremos sobre PC gaming.
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PLAYSTATION 4

PlayStation é um dos nomes mais respeitados no ramo dos vídeo games, ele vem fazendo a alegria de muitos gamers a muitas gerações. É indiscutível a importância que este nome tem para com os gamers de todo mundo, desde seu primeiro console até a terceira versão, o PlayStation tem no curriculum uma seleção de games invejável e talvez até insuperável. Com o quarto console da marca não poderia ser diferente, e a cada dia o PlayStation 4 tem se mostrado a opção preferida da maioria dos jogadores. O console se destacou internacionalmente por ser extremamente poderoso e mais barato que seu concorrente direito, o Xbox One, mas no Brasil ele teve um começo tumultuado por conta de seu preço oficial. O preço oficial dos aparelhos vendidos em lojas da Sony e distribuidoras autorizadas, era de assustadores 3999 R$. Isso chocou os jogadores brasileiros, que esperavam o preço acessível prometido pela Sony. Mas não se preocupe! Você pode adquirir o PS4 por um preço muito mais baixo, através de lojas que trabalham com importação. Hoje você pode encontrar um PS4 novo, 100% original por menos de 1500 R$!


O novo controle é um dos grandes destaques, com novas funções e um design bem mais ergonômico. O controle tem uma pegada firme porém macia, se ajusta bem a mão de todos e é extremamente confortável, os botões são precisos e as alavancas analógicas agora tem uma pequena cavidade que não deixa o dedo escorregar. Uma das melhores coisas do novo controle são os botões L2 e R2, que agora são como gatilhos e não escorregam como no Dual Shock 3. As maiores inovações vem através de uma tela sensível ao toque (touchpad) também clicável e o botão Share, voltado ao compartilhamento de informações e experiências. O controle também tem uma saída para fone de ouvido, uma saída de audio e a Light Bar. A barra de luz na frente do controle não é apenas decorativa, ela funciona em conjunto com a PlayStation Camera, e serve para ajudar a câmera a localizar o controle em um espaço tridimensional, essa função será explicada mais tarde.

O console possui um alto desempenho, disso já sabemos, mas e os jogos? O que importa em um console são seus jogos e principalmente seus exclusivos. Os PlayStation sempre tiveram ótimos exclusivos, e não é diferente com o PS4. Nesta geração a leva de exclusivos da Sony é impressionante, são muitos os títulos que irão bombar no console. Alguns dos principais exclusivos são: The Order: 1886, Bloodborne, No Man's Sky, Uncharted 4: A Thief's End, Deep Down, Infamous Second Son, Driveclub, Resogun, The Last of Us Remastered. Lembrando que a maioria só será lançada em 2015. Além dos exclusivos, o PS4 tem uma grande leva de jogos de diversos gêneros.

E então, vale a pena comprar o PS4? Com certeza! Quem teve ou ainda tem PlayStation 1, 2 e 3 já sabe que o PS4 será seu próximo videogame. Além do grande poder de processamento, o PlayStation 4 ainda conta com uma quantidade enorme de jogos incríveis, e 2015 será um ano especial para os  gamers! Pois diversos títulos muito aguardados serão lançados. O controle foi totalmente refeito, agora mais anatômico e confortável. Sem sombra de dúvida o PlayStation 4 é uma excelente opção de console

Trailer:

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XBOX ONE

O primeiro Xbox deu iniciou a um legado épico, entregando uma experiência incrível aos jogadores. A Microsoft entrou na disputa gamer com tudo, e eles não estão pra brincadeira. Em sua primeira versão, o Xbox chegou timidamente ao mercado de entretenimento eletrônico, que até então era dominado por Sony e Nintendo, mas com o lançamento do Xbox 360 foi então que a Microsoft entrou com força total, batendo de frente com os concorrentes. Porem, o lançamento do Xbox One foi bastante conturbado devido a certas políticas duvidosas promovidas pela Microsoft, políticas que tiveram que ser revistas depois de inúmeras reclamações por parte dos gamers. O Xbox One é um dispositivo de entretenimento doméstico, e a Microsoft faz questão de frisar isso. O novo console chega com muitas melhorias que tem o objetivo claro de aumentar o leque de pessoas que podem aproveitar os benefícios do produto, e não não apenas se restringindo aos gamers em específico. Alguns dos jogos exclusivos são: Titanfall, Forza Motorsport 5, Ryse: Son of Rome, Killer Instinct, Dead Rising 3, Sunset Overdrive, Quantum Break , Halo 5. Lembrando que alguns ainda não foram lançados.


O Xbox One tem como objetivo iniciar uma nova fase nessa linha de produtos, oferece não só melhorias técnicas na parte de games, mas também diversas soluções para atrair consumidores que querem concentrar a maioria de suas opções de entretenimento doméstico em um único dispositivo. O aparelho permite que você faça muito mais do que jogar, você pode ver filmes, eventos esportivos ao vivo, navegar na internet, executar apps interativos, conversar com amigos via Skype, entre outras funcionalidades. Isso soa muito interessante, mas do ponto de vista gamer não é um atrativo, já que gamers querem jogar jogos e não ver TV no seu console. O novo controle tem novos analógicos super confortáveis e muito precisos, a vibração nos gatilhos é a maior inovação. O formato do controle mudou um pouco em relação ao do Xbox 360, ficou mais anatômico e confortável, os materiais empregados são de alto nível. O controle esta mais leve, os botões ainda tem a mesma posição, destaque para os novos gatilhos que se encaixam melhor nos dedos.

E então, vale a pena comprar um Xbox One? Vale sim! A relação custo/benefício do Xbox One pode variar de pessoa para pessoa. De um modo geral, para os gamers mais hardcore, que são fanáticos pelos consoles da Microsoft, e que não querem esperar nem mais um segundo para jogar os novos lançamentos, a aquisição do novo console se torna uma prioridade. O produto é de altíssima qualidade, e há uma grande quantidade de jogos lançados, eu muitos jogos incríveis estão por vir. Para os gamers mais casuais a troca ainda não é algo fundamental. Levando em conta que as mudanças nos aspectos de jogos não são tão significativas para esse tipo de público, e os jogos para o Xbox One são bastante caros devido ao Bluray. Esperar mais um pouco antes de investir no novo console é algo prudente, que pode evitar dores de cabeça.

Trailer:

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Wii U

O Wii foi um grande sucesso, com seus controles inovadores ele conquistou públicos no mundo todo. Até mesmo a Sony entrou na onda dos controles com sensor de movimento. O Wii U é o primeiro console Nintendo depois seis anos do lançamento do Wii, e o sexto que a empresa já fez em toda sua história. Ele chegou cheio de expectativas. De certa forma, foi a plataforma que deu os primeiros passos na nova geração de consoles, e foi lançado em meio à pressão de mostrar um grande salto tecnológico. O Wii era apenas um periférico para um dos games mais simples e populares de todos os tempos, o Wii Sports. Esse jogo conquistou o carinho das pessoas instantaneamente. Já Wii U não tem algo que cause o mesmo impacto. Com Wii U, a Nintendo finalmente entrou para os padrões da indústria, utilizando gráficos em HD, ele se encaixa nos padrões dos consoles modernos, ao mesmo tempo que tem suporte aos controles de Wii e, portanto, serve também como uma versão HD do Wii. Ele faz tudo isso e ainda apresenta novas possibilidades bem pensadas para o futuro.


O conjunto de controle com sensor de movimentos e o conceito de duas telas do DS, traz uma experiência diferente e invoadora. A atenção do jogador fica dividida entre a TV e o GamePad, um controle que combina uma tela de 6 polegadas com giroscópio e câmera, incrivelmente leve e confortável. Cada jogo usa os recursos do tablet de uma forma diferente e pode combiná-los com comandos de controles comuns. Um ponto fraco são os gráficos dos jogos. Apesar de ser mais poderoso que o Wii original, a qualidade visual dos games não é muito superior à vista no PS3 ou do Xbox 360. O Wii U demora a carregar jogos e menus. A criatividade dos produtores para explorar os recursos do Wii U é que o que se destaca. Mas, todos nós sabemos que jogos não são apenas gráficos, o que importa realmente é a diversão proporcionada.

Mas então? Vale a pena comprar um Wii U? Vale sim! Quando se trata de diversão e entretenimento a Nintendo sabe o que esta fazendo. O Wii U, apesar de não possuir tanto poder quanto os concorrentes, se destaca dos demais com sua proposta diferenciada. Não há duvida de que os títulos da Nintendo são de qualidade impecável, e no Wii U existem muitos jogos super divertidos, perfeitos para jogar com os amigos. Alguns dos melhores jogos do Wii U são: Bayonetta 2, Mario Kart 8, Donkey Kong Country: Tropical Freeze, Hyrule Warriors, Super Smash Bros, Resident Evil Revelations, Rayman Legends, Super Mario 3D World. O Wii U tem jogos para todos os gostos, desde os jogadores mais Hardcore até os mais causais. Mas o consoleé  preferível para quem é fã da Nintendo. Uma pessoa que sempre jogou em PlayStation ou Xbox dificilmente vai migrar para o Wii U.

Trailer:

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CONCLUSÃO

Porque comprar um videogame novo? Eis a questão. Talvez porque os atuais já estão ultrapassados?, bem, isto é óbvio. Mas não estamos falando apenas de gráficos, jogos eletrônicos não são apenas gráficos. O tempo passa, a tecnologia aumenta, e novos jogos maiores e melhores são criados, necessitando de um Hardware que acompanhe este avanço. Não apenas Hardware novos são necessários, mas também novos jeitos de se jogar, novos recursos, novas ferramentas de criação, novos temas e novas formas de atrair o consumidor.

Esta nova geração de consoles nunca esteve tão equilibrada, e ainda cada novo console busca algo especial que o diferencie dos demais. A Nintendo ainda está focada nos jogadores mais casuais, procurando inovações no jeito de jogar, com foco para diversos públicos, gamer e não gamers. Já a Sony e Microsoft se mantém firmes ao jeito tradicional de jogar videogame, em destaque para a Sony que declara fortemente que "PS4 é principalmente um console de Videogame". Enquanto que Microsoft defende que seu Xbox one é uma "central de entretenimento multi funcional".



Nesta dura tarefa de escolher seu próximo videogame, procure se basear no tipo de gamer que você é. Um jogar mais experiente, que joga a mais tempo vai ficar na linha PS4/Xbox One. Já jogadores mais casuais, que buscam apenas se divertir sem compromisso podem tenta algo novo no Wii U. Entretanto, PlayStation 4 e Xbox One também oferecem experiências casuais excelentes. E ainda sim, o Wii U pode satisfazer muitos gamers Hard Core. Nunca antes foi tudo tão equilibrado, por isso devemos analisar tudo muito bem antes de gastar nosso suado dinheirinho. vejamos: Se você tem ou já teve PlayStation e gosta muito, pode adquirir um PS4 sem pensar duas vezes. Mas nada te impedirá de migrar para o X One caso você tenha simpatizado com ele. São videogames para quem gosta de jogar e joga bastante. 


Se você já tem ou teve Xbox, sabe que o Xbox One é incrível, e pode compra-lo de olhos fechados. Agora, donos de Wii irão pensar muito antes de gastar com Wii U, o motivo disso é que quem tem Wii já esta satisfeito com o console. Donos de Wii tendem a serem jogadores casuais, e não se importam muito com avanços tecnológicos, gráficos, sistemas... só querem se divertir e já fazem isso muito bem com o Wii. O ideal seria poder comprar todos, jogar todos e aproveitar o máximo de cada console , mas como isso não é possível (não para nós mortais) nossa dica final é: PESQUISE, leia bastante, assista vídeos, leia comentários, procure saber mais sobre os jogos exclusivos de cada console, converse com seus colegas gamers. Gaste seu suado dinheirinho naquele que se encaixa melhor em seu perfil. Mas não esqueça do principal, se divertir! :)

Esperamos ter ajudado, ao menos um pouco senhores Gamers. Obrigado por ler.

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terça-feira, 24 de junho de 2014

Zeebo, o vídeo game "Brasileiro"


Um dos maiores fracassos na história dos vídeo games

Se você nunca ouviu falar do Zeebo, alegre-se, pois você não perdeu quase nada. A não ser que você goste de histórias trágicas, pois o Zeebo é extamente isso, uma grande tragédia. Zeebo é um conjunto de boas ideias executadas de forma errada, desastrosa e sem a devida pesquisa de mercado. Outros exemplos de fracassos famosos no mundo dos mundo dos games são: Virutal Boy (Nintendo), Saturn (Sega) e Jaguar (Atari). Mas o Zeebo se destaca por ser um projeto ambicioso, que visava tomar boa parte do mercado ocupado pelo clássico PlayStation 2. O que deu errado? Veja a seguir.


Zeebo é um console de vídeo game brasileiro que envolveu parceria de empresas de sete diferentes países: Brasil, Estados Unidos, Argentina, China, Israel, Japão e França. O console foi fabricado pela Tectoy na Zona Franca de Manaus e foi lançado dia 25 de maio de 2009 no Brasil com o preço inicial de R$ 499,00 (equivalente a um PS2 vendido em mercado informal). Em setembro do mesmo ano seu preço caiu para R$ 399,00 e ainda em novembro do mesmo ano o preço caiu novamente para R$ 299,00. O console acompanhava três jogos na memória: FIFA Soccer 09, Need for Speed: Carbon, Treino Cerebral e mais 3 jogos para download gratuito: Prey Evil, Zeebo Extreme: Rolimã e Zeebo Extreme: Jet Board.

Características: O Zeebo é o primeiro console de mesa a não usar nenhum tipo de mídia física para a comercialização de jogos. Eles são disponibilizados por download através da rede ZeeboNet 3G e armazenados na memória interna do videogame (de apenas 1GB). Essa rede é sem fio e própria do console, onde o jogador não precisa utilizar modem, acesso a banda larga ou mesmo pagar qualquer mensalidade para utilizar o serviço. Basta ligar o console e ele automaticamente se conecta a rede wireless ZeeboNet 3G, disponível em todos os locais onde houver cobertura da rede 3G. A Tecnologia ZeeboNet 3G permite que o videogame receba atualizações gratuitas, enviadas ao jogador através de downloads automáticos que ocorrem enquanto o aparelho está em modo "stand-by".

Versão do Zeebo com novo controle e teclado
O aparelho possui três entradas USB 2.0 (sendo duas na frente e uma atrás), uma entrada mini USB atrás e uma entrada para cartão SD na frente. A conectividade com a televisão é através do cabo AV. A maioria dos jogos foram disponibilizados para ele são versões de jogos de celular adaptadas ao português e com nova resolução VGA de 640x480 com ampliação de texturas e inclusão de modelos mais detalhados. Já outros foram criados exclusivamente para o sistema Zeebo, como os jogos das séries Zeebo Extreme e Boomerang Sports (relançada em 17 de agosto como Zeebo Sports), a primeira voltada para os jogos radicais e a segunda para jogos mais tradicionais, como futebol. Os jogos podem variar de R$ 9,90 a R$ 29,90.

História: De acordo com a Tectoy, a ideia do console surgiu em 2006 por Reinaldo Normand. Em 2008, foi especulado como projeto Genie, que seria uma parceria entre a Tectoy, a Qualcomm e mais outras empresas em lançar um console destinado a países em desenvolvimento que não utilizasse mídia física para seus jogos. Em novembro do mesmo ano a Tectoy anuncia oficialmente o nome do console programado para ser lançado no primeiro trimestre, junto com suas especificações técnicas, descrição sobre a ZeeboNet, o anúncio de 6 jogos e o seu preço de lançamento de R$ 599,00. No dia 25 de maio de 2009 o console é lançado exclusivamente na cidade do Rio de Janeiro, para teste do console no mercado, e em algumas lojas online do Brasil pelo preço de R$ 499,00, abaixo do divulgado anteriormente. O console traz consigo 3 jogos na memória (FIFA Soccer 09, Need for Speed: Carbon e Treino Cerebral) e mais 3 para download gratuito (Prey Evil, Quake e Quake II).

Em 25 de setembro a Tectoy anuncia a sua primeira queda no preço do console, que passa a custar R$ 399,00. Em 4 de novembro o Zeebo é lançado oficialmente no México, com um preço sugerido de $2.499,00. O console foi disponibilizado em mais de 2000 estabelecimentos mexicanos, trazendo novos recursos que incluem um novo gamepad e um teclado para a navegação na internet. A versão mexicana contou com cinco jogos gratuitos na memória e uma hora de acesso a internet. Em 16 de novembro, o console recebe uma diminuição de preço no mercado brasileiro, baixando de R$399 para R$299. O preço surgiu na mesma data em que foi lançado em lojas físicas de todo o Brasil. O console fechou o ano de 2009 com 29 jogos lançados no Brasil.

O Zeebo sofria com a falta de lançamentos e com poucos títulos em seu catálogo, até que no mês de abril foram lançados 7 jogos de uma única vez, todos clássicos de arcade da Data East. Ficou claro que a Tectoy teve a intenção de agradar também o publico mais velho. No dia 15 de junho de 2010, são retirados do catálogo do Zeebo dois dos jogos que já vinham pré-instalados no consoles gratuitamente, foram eles Quake e Quake II, ambos publicados pela id Software e portados pela Tectoy Digital para o Zeebo, este dia marcou o inicio da redução na quantidade de jogos catálogo do console. Tal situação seria repetida a alguns dias mais tarde, em 21 de julho, quando novamente a Zeebo Brasil confirmaria, através de seu Twitter oficial, a retirada de mais um jogo, dentre os pré-instalados no consolo do catálogo do Zeebo. O jogo da vez foi Need for Speed Carbon: Own the City, publicado pela EA Games e portado também pela Tectoy Digital. Em 17 de agosto a série Boomerang Sports foi relançada como Zeebo Sports, ainda composta por 4 jogos só que agora compatíveis com o Boomerang (controle com sensor de movimento semelhante ao Wii Remote) e com o Z-Pad.

Do lado esquerdo, Resident Evil 4 original. Do lado direito, Resident Evil 4 no Zeebo
No dia 1 de setembro é realizada uma coletiva de imprensa da Zeebo Brasil para apresentação do novo posicionamento do Zeebo no mercado e lançamento de um novo modelo do console, agora com acesso a internet, redes sociais, chats, um novo controle chamado Zeebo Dragon e um teclado, semelhantes ao do modelo lançado no México. Este novo modelo manteve o mesmo preço do anterior e contava com nova embalagem e novos jogos pré-instalados: Treino Cerebral, Boomerang Sports: Vôlei e Zeebo Extreme: Bóia Cross. Também foram anunciadas duas importantes parcerias com a Maurício de Sousa Produções e com a Disney Interactive Studios para desenvolvimento de conteúdo licenciado para o Zeebo.

Em 27 de outubro, a Zeebo Inc. anuncia a entrada do Zeebo no mercado chinês, onde o foco principal será a TV Digital e a distribuição de conteúdo em Alta Definição em parceria com a China Digital TV Holding Co., Ltd., ou simplesmente China Digital TV. Foram demonstradas duas aplicações, Blue Sea School e Fish vs Pirates, que estão sendo desenvolvidas ela empresa chinesa Nebula Soft., e uma versão exclusiva do jogo Boomerang Sports: Tênis, desenvolvida no Brasil pela Zeebo Interactive Studios. No mesmo dia, a Zeebo Brasil anuncia mais uma mudança no catálogo do Zeebo. Desta vez o jogo retirado do catálogo foi Prey Evil, e o jogo que passou a estar disponível para download gratuito (custando 10 Z-Credits), no modelo antigo do console, foi Zeebo Extreme: Bóia Cross. O console fechou o ano de 2010 com 28 jogos lançados no Brasil.

Em 31 de maio de 2011, a Zeebo Brasil anunciou em seu blog, o fim das operações no Brasil. Segundo a empresa todos os jogos sofreriam redução de preço e a ZeeboNet 3G permaneceria ativa até 30 de setembro. Ainda segundo a empresa, os serviços de garantia seriam mantidos, segundo as exigências da lei brasileira. No mesmo dia, na ZeeboNet 3G, uma mensagem no detalhe do jogo Turma da Mônica em Vamos Brincar Nº 1 informava que o jogo seria retirado no final do dia. Também em 31 de maio, a Zeebo Inc. anunciou o encerramento das suas atividades no México nas mesmas condições aplicadas no Brasil, a loja virtual daquele país permanecerá ativa até 30 de setembro e haverá redução de preços nos jogos.

Controle com sensor de movimento do Zeebo
Z-Credits, a moeda do Zeebo, era a utilizada para a compra de jogos diretamente com o servidor da Tectoy, com a conexão ZeeboNet 3G. Os modos de aquisição de Z-Credits eram: Cartão de crédito (Visa ou Mastercard), boleto bancário, débito em conta e aquisição de créditos via lan house autorizada. O Boomerang é um controle sem fio que contém um sensor de movimentos. Ele é composto de um direcional digital, dois botões (1 e 2) e um botão Home, requer 2 pilhas AA para o funcionamento. O Boomerang é vendido separadamente a um preço de R$ 99,00 ou em conjunto com o console a um preço de R$ 399,00. Semelhante a o Wii Remoto, mas inferior.

Para desenvolvedores os jogos são classificados em 3 categorias, de acordo com o tamanho:
  • Low Price Category - Para jogos casuais, com tamanho máximo de 8 MB.
  • Standard Price Category - Jogos intermediários, com tamanho máximo de 25 MB.
  • Premium Pricing Category - Jogos complexos, com tamanho máximo de 50 MB.
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Boas ideias do Zeebo:
  • Dispensar mídia física.
  • Jogos totalmente em Português do Brasil.
  • Jogos exclusivos.
  • Acesso a conteúdo educativo sem a necessidade de internet banda larga.
  • Jogos com preços atrativos.
  • Console com preço atrativo voltado a classes emergentes.
 O que não deu certo:
  • Qualidade dos jogos extremamente baixa.
  • A maioria dos jogos eram versões adaptadas de jogos de celular. 
  • Pouca variedade de jogos disponíveis.
  • Jogos exclusivos de baixa qualidade e variedade.
  • Preço absurdamente alto (em relação a seus concorrentes diretos e indiretos).
  • Não era possível jogar online. 
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Pressionada, a Tectoy queria mais tempo antes do lançamento do Zeebo: “Falamos pra eles (Qualcomm) que precisávamos de mais tempo para melhorar os jogos e o próprio console”, conta Stefano Arnhold (presidente do conselho da Tectoy). Porém, àquela altura a Qualcomm, dona do dinheiro, disse que não esperaria mais. Bem ou mal, o Zeebo chegou às prateleiras. E se o público-alvo era o consumidor dito “casual”, em busca do seu primeiro videogame, o preço de R$ 499 (Preço equivalente ou até mais caro que o valor cobrado na época pelo PS2 vindo de mercado informal) selou de vez a sorte do videogame brasileiro. Nos meses seguintes o preço caiu duas vezes, primeiro para R$ 399 e, depois, para R$ 299. Este valor aliás, era a meta da Tectoy desde o começo, mas variáveis como impostos e a política pouco ortodoxa da Qualcomm em não subsidiar o preço do chip do Zeebo, embora fosse parceira do projeto, aumentaram o valor inicial.

“Ficamos posicionados como um concorrente para o PlayStation 2, só que menos potente e com menos jogos. Foi um erro”, lamenta Reinaldo Normand (idealizador do console). O preço alto, o posicionamento incorreto e a baixa performance gráfica minaram as chances do Zeebo. “Nunca houve lucro com o console. Sempre houve prejuízo”. Mas, o Zeebo poderia ter dado certo diante de circunstâncias diferentes? Olhando por outros ângulos,  Normand acha que se o Android fosse uma opção viável na época, talvez a historia fosse diferente: “Quando o Android ganhou força, lá por 2009, era tarde demais para nós, e recomeçar do zero não era uma opção, pois afetaria diretamente os interesses da Qualcomm”.

Reinaldo Normand
Já na opinião de Penha, o escopo do Zeebo era grande demais: “Deveríamos ter identificado um nicho específico de público, que poderia ser atendido por nós”, lembra, usando como exemplo do que não fazer a infeliz comparação com o PS2. “Quando você fala com um mesmo público-alvo de um console, deve criar algum motivo convencê-lo a mudar de lado. E isso custa muitos milhões de dólares”. Arnhold que o diga: “O que não imaginávamos é que o volume de recursos necessário para viabilizar um console seria tão grande. Erramos por dez vezes”, lamenta. Pelas suas estimativas, aliás, a Qualcomm teria colocado US$ 100 milhões no projeto, mas números precisos não foram divulgados, já que a Tectoy é uma empresa aberta.

O fato é que o Zeebo só deu prejuízo desde o começo, já que o console custava mais caro para ser produzido mesmo quando ainda vendido a R$ 499. Pelo menos não sobraram tantas unidades no estoque, de acordo com Arnhold.

Comentário: Não é necessário nem mesmo testar o Zeebo para concluir que não daria certo. Uma pessoa com conhecimentos medianos sobre games, ao tomar conhecimento das características do Zeebo, concluirá no mesmo momento que é uma ideia boa, extremamente mal executada. A ideia de criar um console que usa somente jogos digitais na época era um tiro no escuro, algo que hoje  é bem mais plausível (tome como exemplo o OUYA, que não usa nenhuma mídia física para seus jogos). O principal ponto negativo do Zeebo com certeza é a baixa qualidade de seus jogos, o limite máximo de 50 mega é ridículo para os padrões da época. Quando falamos em qualidade, não estamos nos referindo apenas a gráficos mas também a jogabilidade, já que no Zeebo a resposta dos controles era lenta para muitos jogos. O hardware limitado, combinado ao tamanho minúsculo disponível para os jogos, acrescentando seu preço alto foram o que condenou o Zeebo desde seu nascimento.

Fontes: UOL Jogos, Wikipedia, Opiniões diversas e opiniões pessoais do TGD.

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quinta-feira, 5 de junho de 2014

Uma pequena amostra da E3 2014!


Faltam poucos dias! Começa na semana que vem, de 09 a 12 de junho, a E3 (Electronic Entertainment Expo), o maior evento de games do mundo, que rola todos os anos na cidade de Los Angeles nos Estados Unidos. O evento, que ocorre desde 1995, é a principal vitrine das empresas fabricantes de games para expor as novidades que estarão no mercado nos próximos meses. Confira agora as principais novidades para este evento:

Vários lançamentos de grandes franquias no mundo dos games estão previstos para serem mostrados na E3, com destaque para a quantidade de jogos que serão lançados para PlayStation 3 e Xbox 360, mostrando mais uma vez que a antiga geração ainda tem muita força:
  • Alien: Isolation (X360, PS3, PS4, XONE, PC)
  • Assassin’s Creed: Unity (PS4, XONE, PC)
  • Batman: Arkham Knight (PS4, XONE, PC)
  • Battlefield: Hardline (X360, PS3, PS4, XONE, PC)
  • Borderlands: The Pre-Sequel (X360, PS3, PC)
  • Call of Duty: Advanced Warfare (X360, PS3, PS4, XONE, PC)
  • Sid Meyer’s Civilization: Beyond Earth (PC)
  • Diablo III: Ultimate Evil Edition (X360, PS3, PS4, XONE)
  • Fable: Legends (XONE)
  • Farcry 4 (X360, PS3, PS4, XONE)
  • Final Fantasy XV (PS4, XONE)
  • Forza Horizon 2 (X360, XONE)
  • Halo 5: Guardians (XONE)
  • Hyrule Warriors (WIIU)
  • Kingdom Hearts III (PS4, XONE)
  • Homefront: The Revolution (PS4, XONE, PC)
  • Metal Gear Solid V: The Phantom Pain (PS4, XONE)
  • Mortal Kombat X (X360, PS3, PS4, XONE, PC)
  • Shin MegamiTensei X Fire Emblem (WIIU)
  • Sonic Boom (WIIU)
  • Novo Star Wars Battlefront (?)
  • Super Smash Bros. (WIIU)
  • Tales from the Borderlands (PC)
  • Tom Clancy’s The Division (PS4, XONE, PC)
  • The Witcher 3: Wild Hunt (PS4, XONE, PC)
Portáteis:
  • Bravely Second (3DS)
  • Disgaea IV (PSVITA)
  • Monster Hunter 4 Ultimate (3DS)
  • Pokemon Omega Ruby & Alpha Sappihire (3DS)
  • Sonic Boom (3DS)
  • SuperSmashBros. (3DS)
Grandes promessas:
  • Deep Down (PS4)
  • Destiny (X360, PS3, PS4, XONE)
  • The Evil Within (X360, PS3, PS4, XONE, PC)
  • Lords of the Fallen (PS4, XONE, PC)
  • Mad Max (X360, PS3, PS4, XONE, PC)
  • Project C.A.R.S. (WIIU, PS4, XONE, PC)
  • Quantum Break (XONE)
  • The Order 1886
Transmissão ao vivo: Nas semanas seguintes à E3, Iremos disponibilizar vários links para as transmissões ao vivo, fique esperto!

Confira alguns trailers Pré-E3:





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quarta-feira, 30 de abril de 2014

Um Novo Game da Série Mass Effect Esta Chegando!


BioWare revelou que o desenvolvimento do próximo título da série Mass Effect está progredindo bem, explicando que ele está em algum lugar em torno do meio do desenvolvimento. Em um tweet, o diretor da  BioWare Montreal, Yanick Roy respondeu a um fã que perguntou se o jogo estava nos estágios iniciais ou finais de desenvolvimento.  O Tweet foi:
Tarde demais para um, muito cedo para o outro ... Então, eu acho que estamos em algum lugar no meio? :-)
Não há nenhuma ideia sobre quando o jogo será lançado, provavelmente teremos alguma notícia ainda esse ano. Até agora, o que tivemos foram algumas imagens do teaser. BioWare disse no passado que não quer que o jogo seja visto como Mass Effect 4, este não será o novo título. Seja como for, novas informações poderão ser reveladas na E3 deste ano.

Mass Effect é uma série de jogos de RPG de ficção científica desenvolvido pela BioWare e lançado para Xbox 360, PC em sua sequência, também para PlayStation 3. O primeiro jogo da trilogia planejada foca na criação do personagem chamado Comandante Shepard, e sua missão de salvar a Galáxia de uma raça de seres mecânicos chamados Reapers, e seus seguidores, incluindo Saren Arterius, que teve uma lavagem cerebral. No primeiro jogo, Shepard precisa impedir os planos de Sovereign que planeja fazer com que a nave dos Reapers (que estavam hibernando) entre na Via Láctea e destrua todas as vidas orgânicas, continuando um misterioso ciclo de destruição. O segundo jogo mostra Comandante Shepard batalhando contra os Collectors, uma raça alienígena que abduz colonizações inteiras de humanos para tentar reviver os Reapers. No terceiro game o protagonista mais uma vez será Commander Shepard, em uma missão em que ele tenta salvar a galáxia da ameaça dos Reapers, juntando todas as civilizações da galáxia, enquanto precisa lidar com a Cerberus, que decidiu se virar contra ele.


Desde o começo, a série tem sido um grande sucesso da crítica e de vendas. Os três jogos foram bastante aclamados por causa da qualidade da história, personagens, dublagem, escolhas, e a profundidade das galáxias. O site GamesRadardisse que Mass Effect é a melhor nova franquia da geração, citando que a galáxia foi tão bem construída e detalhada que a série parece ter décadas de idade.

Enquanto isso, confira os trailers dos outros Mass Effect:


Site oficial: www.masseffect.bioware.com/

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sábado, 19 de abril de 2014

ESPECIAL - Tomb Raider


Lara Croft renasce, novamente, em um jogo épico
 

Não é a primeira vez que a série Tomb Raider sofre uma mudança radical, atualizando-se e se adequando ao tempo atual, introduzindo novos gráficos,  jogabilidade e tema. A primeira grande mudança veio com Tomb Raider: Legend, que foi lançado para a Playstation 2, PSP, Xbox, Xbox 360, PC, Gamecube, Nintendo DS e Game Boy Advance. Legend também teve uma versão para o PlayStation 3, incluído na coleção Tomb Raider Trilogy lançado em março de 2011 e foi remasterizado em HD. Legend marcou o recomeço da famosa série, com gráficos dignos e um bom enredo o game fez bastante sucesso. Mais tarde com a chegada de uma nova geração de consoles (PS3 e Xbox 360) a série precisou se reinventar mais uma vez para poder concorrer contra outros jogos do gênero, como Uncharted. O resultado foi um novo Tomb Raider inesquecível, grandioso, cheio de ação e com uma aventura digna de Lara Croft. Melhor do que esperávamos!

Uma nova saqueadora de tumbas: Tomb Raider é um  jogo de vídeo game de ação e aventura, sendo o décimo titulo da série Tomb Raider e o quinto produzido pela Crystal Dynamics. Foi publicado pela Square Enix em 5 de Março de 2013 para PC, PlayStation 3 e Xbox 360. O primeiro de uma nova série, o jogo foi desenvolvido para não fornecer nenhuma correlação com os lançamentos anteriores da série, sendo um reinicio que dá ênfase às origens da famosa personagem principal, Lara Croft. A história decorre em Yamatai, uma ilha onde a protagonista e os seus amigos naufragaram. Lara deve salvá-los e escapar de um culto maligno, além de ter de lutar contra os perigos naturais da ilha. A jogabilidade foca-se mais na sobrevivência e na ação, embora também se possa usar a exploração para conhecer Yamatai, revisitando locais, ou tentando completar missões secundárias, como as tumbas de desafio opcionais.

Depois do lançamento de Tomb Raider: Underworld em 2008, a Crystal Dynamics começou imediatamente a produção de Tomb Raider. Ao invés de criar uma sequência direta, a equipa decidiu dar um novo recomeço à série, estabelecendo as origens da personagem principal pela segunda vez, depois de Tomb Raider: Legend. É o primeiro jogo da série que inclui um modo multiplayer e o primeiro a ser publicado pela Square Enix, depois desta ter adquirido a Eidos Interactive em 2009. Camilla Luddington faz a voz de Lara, substituindo Keeley Hawes. Também é o primeiro game da série que tem uma classificação "M" (inadequado a menores de 17 anos) pela Entertainment Software Rating Board (ESRB) e "18" (inadequado a menores de 18 anos) pela Pan European Game Information (PEGI).


O lançamento do jogo foi marcado para o final de 2012, mas foi adiado  para Março de 2013, o que  criou muita expectativa por parte dos fãs. Tomb Raider recebeu criticas muito positivas, as análises elogiaram muito os gráficos, a jogabilidade, o desempenho de Luddington como Lara e a história. No entanto a inclusão de um modo multiplayer foi a principal fonte de criticas negativas. O jogo foi um sucesso comercial, vendeu cerca de um milhão de cópias nas primeiras 48 horas e mais de 4 milhões no total. Tomb Raider também recebeu diversos prêmios incluindo "Melhor Jogo de Ação/Aventura" para Xbox 360 e PC, atribuído pela IGN. Uma versão atualizada, a Definitive Edition, com gráficos melhorados e todos os conteúdos adicionais será lançada em 2014 para PlayStation 4 e Xbox One.

Jogabilidade: Tomb Raider se passa em mundo semi-aberto e que combina ação e aventura, plataformas, exploração, elementos de RPG e mecanismos de sobrevivência, em uma perspectiva de terceira pessoa. O jogador assume o controle da personagem principal, Lara Croft. O jogador pode atravessar entre os acampamentos e percorrer toda a ilha usando tirolesas improvisadas. Muitos dos movimentos de Lara são semelhantes a dos jogos anteriores, criados pela Crystal Dynamics, mas com alguns ajustes adicionais, tais como a incorporação de elementos de furtividade. Há Quick time events  em intervalos regulares durante todo o jogo, muitas vezes aparecendo em pontos cruciais para o enredo, como no inicio, onde Lara tem de extrair um pedaço de metal do corpo e depois escapar de uma caverna em colapso.


O combate do jogo tem vários dos elementos que existem na série Uncharted. O jogador tem a capacidade de apontar livremente o arco de Lara e as armas de fogo que ela vai recolhendo, envolver-se em combates corpo-a-corpo e realizar mortes furtivas. O jogador também tem usa o "Instinto de Sobrevivência" (Survival Instinct), um modo onde os inimigos, os objetos interativos e os puzzles se destacam visualmente. Tomb Raider também incorpora elementos de RPG: à medida que o jogador vai progredindo no jogo, vai ganhando pontos de experiência (XP), quando realiza certas ações, como completar desafios no jogo relacionados a caça, exploração e combate: tal permite que as competências e habilidades de Lara Croft possam ser atualizadas de forma específica, como por exemplo, dando-lhe maior capacidade de armazenamento para flechas e munições. O jogador também podem melhorar e personalizar as armas. Há também um mecanismo de progressão do personagem no jogo. Melhores itens, armas e equipamentos são adquiridos enquanto o jogador progride, embora o aparecimento da maioria desses itens está intimamente ligada aos acontecimentos da história. Karl Stewart disse que a história dura entre 12 e 15 horas. Junto com a história principal, os jogadores têm a oportunidade de fazer várias missões secundárias, como encontrar tumbas secretas, explorar a ilha e revisitar locais.

A novo Lara: Lara Croft é uma jovem ambiciosa, recentemente graduada em arqueologia cujas teorias sobre a localização do reino perdido de Yamatai convenceram a família Nishimura, descendentes do povo de Yamatai, a financiar uma expedição em busca do reino. A expedição é liderada pelo Dr. James Whitman, um arqueólogo que vive tempos difíceis e está desesperado para evitar a falência, e é acompanhada por Conrad Roth, um fuzileiro naval que virou aventureiro e amigo íntimo da família Croft que atua como mentor de Lara. Samantha "Sam" Nishimura, amiga de Lara e representante da família Nishimura que filma a expedição para um documentário. Joslyn Reyes, uma mecânica céptica e temperamental e mãe solteira. Jonah Maiava, um pescador imponente que está disposto a acreditar na existência do paranormal e esotérico; Angus "Grim" Grimaldi, natural de Glasgow e timoneiro do navio Endurance e Alex Weiss, um cara meio bobo especialista em electrónica.

Cenário: O jogo todo se em Yamatai, uma ilha no Triângulo do Dragão ao largo da costa do Japão. A ilha e o reino que lá existiu, está envolta em mistério, dada a sua reputação de tempestades terríveis e naufrágios que assolam o seu litoral. Yamatai já foi governada por uma rainha chamada Himiko, conhecida pelo título honorífico de "Rainha do Sol", que segundo a lenda foi abençoada com poderes xamânicos que lhe permitia controlar o tempo. Muito pouco se sabe sobre a história de Yamatai desde a morte de Himiko. Ao explorar a ilha, o jogador descobre, entre outras coisas, que comerciantes portugueses, os Marines dos Estados Unidos e um projecto de militares japoneses foram todos presos em Yamatai em vários pontos ao longo da história. No início do jogo, a ilha é habitada exclusivamente pela Irmandade Solarii, uma seita violenta de criminosos, mercenários e sobreviventes de um naufrágio. A Irmandade criou a sua própria sociedade baseada na adoração de Himiko, completo com uma estrutura e leis sociais, com a sua finalidade e intenções a ser exploradas ao longo da história.

Enredo: Tomb Raider explora a intensa e enérgica história da origem de Lara Croft e a sua ascendência de uma jovem assustada até uma sobrevivente de forte instinto. Em busca de aventura, Lara parte para uma viagem à bordo do navio Endurance, comandado por Conrad Roth (seu mentor e antigo amigo de seu pai), em direção ao Mar do Diabo, leste do Japão. Mas uma violenta e misteriosa tempestade atinge o navio, fazendo com que ele se destrua e encalhe nas praias da ilha. Assim que Lara acorda, se encontra pendurada de cabeça para baixo em uma caverna de rituais sagrados. Ao se soltar, Lara perfura sua barriga, prova de que os dias seguintes serão dolorosos. Ao fugir da caverna, Lara descobre que a ilha é habitada por animais selvagens e por mercenários que estão presos na ilha à anos. Ao encontrar a bolsa de sua melhor amiga, Samantha "Sam", Lara encontra um walkie talkie, e a câmera que Sam usava para fazer um documentário sobre a viagem. Ao seguir adiante na ilha, ela encontra um barco salva-vidas e descobre que a tripulação do Endurance sobreviveu ao naufrágio. Quando finalmente encontra um acampamento improvisado, Lara assiste aos vídeos feitos por Sam, e revela que Lara trouxe a tripulação e seus amigos à ilha, e se sente culpada por isso. Uma das coisas que agradou os críticos, foi a humanização de Lara, por exemplo, quando ela começa a sentir os efeitos da desidratação e da fome. Lara sai para procurar comida e encontra um corpo pendurado de uma mulher, e vê um arco em suas costas. Ao pegar o arco, Lara consegue matar um veado, e voltar para o acampamento. O jogo seque com Lara buscando seus amigos, sobrevivendo as condições do ambiente, lutando contra inimigos e procurando um jeito de escapar da ilha.
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Definitive Edition

A Definitive Edition, uma versão atualizada com gráficos melhorados e com todos os conteúdos adicionais (DLC), foi lançada
em 2014 para PlayStation 4 e Xbox One. A framerate dessa versão está desbloqueada no PlayStation 4, variando de 32 até 60fps (média de 53.36fps). A versão para Xbox One está travada em 30fps (média de 29.98fps). Ambas as versões têm uma resolução de 1080p. A Definitive Edition foi bem recebida por parte da crítica, com uma média de 85 pontos no site Metacritic no PlayStation 4 e 86 pontos no Xbox One. Com boas vendas, a versão para PlayStation 4 estreou-se em primeiro lugar nas tabelas de vendas do Reino Unido, representando 69% das unidades vendidas, contra 31% da versão para Xbox One.
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Vendas: Tomb Raider vendeu mais de um milhão de cópias nas primeiras 48 horas após o lançamento. No Reino Unido, estreou-se no #1 nas tabelas de vendas, tornando-se no maior lançamento naquele território em 2013, superando Aliens: Colonial Marines, antes de ser ultrapassado por Grand Theft Auto V. O jogo criou um novo recorde para a série, duplicando as vendas iniciais de Tomb Raider: Legend. Para mais, as versões Xbox 360 e PlayStation 3 bateram recordes de vendas na primeira semana para um jogo da série, um recorde que Tomb Raider: The Angel of Darkness detinha. Também se colocou em #1 nas tabelas de vendas da França, Irlanda, Itália, Holanda, Noruega e Estados Unidos. Nos Estados Unidos, Tomb Raider foi o segundo titulo mais vendido de Março, atrás de BioShock Infinite, excluindo as vendas digitais. No Japão, o jogo estreou-se nas tabelas em #4 com 35,250 unidades vendidas.


Controvérsia: Durante uma entrevista à Kotaku, o produtor executivo Ron Rosenberg afirmou que durante o jogo, Lara Croft "é feita prisioneira por ladrões na ilha. Eles tentam violá-la." Rapidamente esta afirmação causou consternação e controvérsia. O designer Darrell Gallagher acabou por negar essa afirmação, dizendo que um "dos momentos chave de Lara no jogo, que foi incorretamente interpretada como "tentativa de estupro" é uma cena onde esta é forçada a matar outro humano pela primeira vez. Nesta seleção particular, enquanto existe um ar sombrio e de drama na sequência, nunca irá além do que aquilo que já foi publicado. Assédio sexual de qualquer tipo, não é categoricamente nenhum dos temas que estará presente neste jogo. Pouco depois, voltou a haver controvérsia em volta da figura da mulher nos videojogos, de novo com outro titulo da Square Enix, Hitman: Absolution.

O director criativo Noah Hughes resaltou mais tarde "queremos criar algo mais emocional, para as pessoas entrarem no ponto de vista da Lara [...] Queremos que entre nela, que se preocupem, dentro do papel dela e que este seja um momento intenso visto do ponto de vista dela, e nunca de um ponto de vista exterior."

Comentário: Lara Croft sempre foi vista como a grande musa dos games, em Tomb Raider descobrimos sobre as origens da heroína e descobrir o que aconteceu com a jovem arqueóloga para que ela se transformasse em uma das maiores aventureiras da história dos vídeo games. A proposta da Crystal Dynamics foi exatamente apresentar um novo começo para a personagem a fim de deixá-la mais humana. Perdida em uma ilha no meio do Pacífico, a protagonista terá de se virar com os poucos recursos existentes para sobreviver aos perigos que o lugar oferece. Com este novo game, a Crystal Dynamics fez Lara renascer das cinzas de forma brilhante. Agora temos uma personagem consistente, rica em emoções e de personalidade forte e marcante. Tomb Raider é um game que mostra o sofrimento e crescimento de uma heroína de verdade. Você se apega a Lara de uma forma que não imaginava ser possível. O jogo é bastante variado, com bastante exploração e combates emocionantes, os cenários ricos em detalhes, as mecânicas de jogo divertidas. No entanto, o modo multiplayer é dispensável e não agrada. Este é o Tomb Raider que sonhamos a muito temo. E com identidade própria. Não é uma cópia de Uncharted, como se temiam, e em muitos momentos a aventura de Lara supera a de Drake. É muito bom jogar com Lara novamente, controlar a moça é muito divertido e seus movimentos fluem muito bem. O jogo é bastante sombrio e maduro. A ação é uma das melhores partes do jogo, o efeito e som dos disparos das armas são ótimos.

Pontos positivos: Gráficos lindos, cenários muito bem feitos e com detalhes primorosos. Designe de bom gosto. Jogabilidade fluida. Variedade de objetivos e coisas para se fazer. Lara é uma heroína arrasadora, humana. Enredo muito bom. Elementos de RPG. Etc.

Pontos Negativos: Caçar animais é dispensável, não é necessário. Multiplayer dispensável também, e bastante fraco. Algumas cenas são exageradas demais, mas nada que estrague a aventura.


A evolução de Lara Croft


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Ficha Técnica:
   Desenvolvedora: Crystal Dinamics
    Publicado por: Square Enix
    Diretores:
Cory Barlog, Noah Hughes
    Produtor: Samuel Thompson
    Motor Gráfico: Naughty Dog Engine, Havok (física)
    Plataforma: PlayStation 3, Xbox 360 e PC
    Data de Lançamento: 5 de março de 2013
    Gênero: Sobrevivência, ação-aventura, jogo na terceira pessoa
    Modos de jogo: Um jogador, multiplayer
    Classificação: Inadequado para menores de 18 anos (Brasil)
    Inadequado para menores de 17 anos (América do Norte)
    Inadequado para menores de 18 anos (Europa)
    Midías: Disco óptico, distribui
çao digital
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Confira o Trailer:

Site Oficial: http://www.tombraider.com

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